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Anticor - Anticorrupção na França
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postheadericon Vazamento de Costa se alastra pela campanha

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Em meio à repercussão das revelações feitas pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, a presidente Dilma Rousseff disse ontem que a lista de nomes apresentada por Costa "não lança suspeita nenhuma sobre o governo, na medida em que ninguém do governo foi oficialmente acusado". Dilma indicou, porém, que poderá tomar medidas "mais fortes" imediatamente, caso as denúncias sejam comprovadas. No depoimento de delação premiada, Paulo Roberto Costa citou o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão; os presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves, e do Senado, Renan Calheiros – todos do PMDB –, além do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, morto em acidente aéreo em agosto. Reportagem da edição deste final de semana da revista Veja afirma que, ao todo, foram três governadores, seis senadores, um ministro e pelo menos 25 deputados federais beneficiados com pagamentos de propinas oriundas de contratos com fornecedores. "Meu querido, eu acho que (o nome de Lobão aparecer no depoimento de Paulo Roberto Costa) não lança suspeita nenhuma sobre o governo, na medida em que ninguém do governo foi oficialmente acusado", comentou Dilma ao ser questionada sobre o assunto em coletiva de imprensa concedida no Palácio da Alvorada.

postheadericon Propina da Petrobrás inclui governadores e ministro, diz revista

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Em depoimento de delação premiada, ex-diretor Paulo Roberto Costa cita envolvimento de Edison Lobão, Sérgio Cabral, Roseana Sarney e Eduardo Campos; nome de Renan foi antecipado pelo 'Estadão'. Governadores de três Estados que receberam investimentos da Petrobrás – Eduardo Campos, de Pernambuco, Sérgio Cabral, do Rio, e Roseana Sarney, do Maranhão – foram citados pelo ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa, em depoimentos à Polícia Federal, como supostos beneficiários do esquema de desvios de recursos e lavagem de dinheiro investigado na Operação Lava Jato. O ex-governador e então candidato a presidente pelo PSB, Eduardo Campos, morreu em um acidente aéreo no dia 13 de agosto, no litoral paulista. Segundo informa a revista Veja desta semana, também estão na lista de citados por Costa o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, além de seis senadores e pelo menos 25 deputados federais. O portal estadão.com.br antecipou, na tarde de sexta-feira, 5, que o ex-diretor havia revelado à PF os nomes de pelo menos 30 parlamentares que teriam recebido dinheiro do esquema. 

postheadericon Paulo Roberto Costa decide fazer delação premiada

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O ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás, Paulo Roberto Costa, decidiu fazer delação premiada. Acuado, na iminência de sofrer uma sucessão de condenações como réu da Operação Lava Jato, Costa considera que não tem a menor chance de sair da prisão tão cedo. Ele quer preservar seus familiares, que também se tornaram alvos da Lava Jato.

Ele se reuniu nesta sexta feira, 22, com a advogada cirminalista Beatriz Catta Preta, na Superintendência Regional da Polícia Federal no Paraná. Beatriz Catta Preta é especialista na condução de delações premiadas.O acordo de delação de Paulo Roberto ainda precisa ser homologado pela Justiça Federal e submetido ao Ministério Público Federal.

O acordo traz as condições, inclusive o benefício que o acusado poderá receber.

Paulo Roberto Costa não fez ainda nenhum depoimento.

Mas já adiantou que se falar o que sabe muitos políticos poderão ser incriminados.

postheadericon CPMI da Petrobras quebra sigilos de doleiro e ex-diretor

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A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras aprovou na tarde desta quarta-feira, 16, uma bateria de requerimentos que inclui a quebra de sigilos bancário, fiscal e telefônico do doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa (foto). A aprovação foi conseguida por um acordo entre líderes do governo e da oposição que participam da CPI. O entendimento, no entanto, não incluiu o requerimento de quebra de sigilo de grandes empreiteiras relacionadas aos escândalos da Petrobras e potenciais financiadores de campanha, como a Queiroz Galvão, Odebrecht, OAS, Mendes Júnior e Galvão Engenharia. O doleiro e o ex-diretor da estatal estão presos por envolvimento nas investigações da Operação Lava Jato, deflagrada pela Polícia Federal. A sessão de hoje da CPI mista foi a última antes do início do recesso branco, que deve abranger as duas próximas semanas. Conforme publicado hoje pelo Estado, alguns congressistas da base aliada e da oposição avaliam que, no segundo semestre, não será possível aprovar mais nenhum requerimento da CPI porque os políticos estarão envolvidos em suas campanhas e a comissão dificilmente terá quórum para votação.

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