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Anticor - Anticorrupção na França
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postheadericon Ex-diretor da Petrobrás diz que pagou propina a PT, PMDB e PP

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O ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás, Paulo Roberto Costa, revelou à Justiça Federal nesta quarta feira, 8, que pagou propinas ao PT, PMDB e PP. Costa disse que foi indicado para o cargo pelo ex-deputado José Janene (PP-PR), em 2004, com a missão de montar um esquema de pagamento de propinas para políticos. Ele afirmou que a propina para os partidos era dividida na base de 1% para um e 2% para outro – sobre valores superfaturados de contratos da Petrobrás com empreiteiras e fornecedores. O ex-diretor, que fez delação premiada ao Ministério Público Federal, homologada pelo ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, declarou na audiência desta tarde que o esquema financiou a campanha eleitoral de 2010. Ele não pôde dizer, em seu relato, os nomes de políticos que teriam recebido dinheiro de corrupção.“Muita gente”, ele disse. A competência para investigar ou processar parlamentares é exclusiva do Supremo Tribunal Federal, por isso ele não pode citar os nomes à Justiça Federal.

postheadericon Youssef opta por delação premiada, anuncia advogado.

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O doleiro Alberto Youssef decidiu fazer delação premiada no âmbito da Operação Lava Jato, da Polícia Federal. A informação é de Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, advogado do doleiro no Superior Tribunal de Justiça. "É uma pena, temos uma tese jurídica que era importante no STJ", afirma. Kakay diz que foi avisado que Youssef tomou a decisão por pressão familiar e porque vários outros optaram por essa saída. "A família convenceu Youssef a fazer a delação. Por mais que eu tenha dito que nossa tese no STJ é forte", disse Kakay, que deixará o caso. O criminalista acreditava na hipótese de anular todo o processo da Lava Jato, mas, segundo ele, a família do doleiro cansou. "Ele pediu para me avisar que não pode segurar a família, pediu desculpas e disse saber que eu ia sair, como combinado". Apontado pela PF como chefe do esquema bilionário investigado na Operação Lava Jato, Youssef seria responsável por lavar dinheiro e repassar os recursos desviados a políticos. O ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, envolvido no mesmo esquema fechou acordo de delação

postheadericon Após ação de Cid Gomes, Justiça proíbe circulação de edição da revista 'IstoÉ'

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SÃO PAULO - A juíza Maria Marleide Maciel Queiroz, de Fortaleza, determinou no fim de semana que a edição desta semana da Revista Istoé seja impedida de circular em todo o país ou, caso já tenha sido distribuída, que seja imediatamente recolhida das bancas de jornais. Segundo informações do site “Consultor Jurídico”, a magistrada tomou a decisão após o governador do Ceará, Cid Gomes (Pros), ir à Justiça relatando ter recebido e-mail da reportagem da revista citando o seu nome como um dos delatados pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. O processo corre em segredo de Justiça. Segundo o “Consultor Jurídico”, caso desobedeça a ordem, a revista pagará multa de R$ 5 milhões. 

postheadericon Suíça investiga contas de pessoas ligadas à Petrobras

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A Justiça suíça confirma que investiga contas relativas a pessoas ligadas à Petrobrás. O anúncio é de Michel Lauber, procurador-geral da Suíça. "A investigação está em andamento", declarou Lauber na manhã desta segunda-feira, 8, em Genebra. Ele garante que, neste momento, a colaboração com a Justiça brasileira "caminha bem". Em maio, a Justiça suíça entregou ao Brasil informações apontando que um colaborador do doleiro Alberto Youssef mantinha uma conta de US$ 5 milhões. O dinheiro foi bloqueado. Alguns repasses foram realizados por uma subcontratada das obras da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. Outros depósitos partiram de empreiteiras, uma delas sediada em Salvador (BA). Também foi decretado o embargo de outros US$ 23 milhões em 12 contas do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, engenheiro Paulo Roberto Costa. A Suíça abriu processo penal contra o ex-diretor da Petrobras por lavagem de dinheiro. Já Didier Burkhalter, presidente da Suíça, garantiu nesta segunda-feira que as investigações sobre o caso vão continuar, independentemente das considerações políticas e eleitorais no Brasil que o caso possa ter. "Na Suíça há uma lei e se cumpre", disse durante uma coletiva de imprensa em Genebra. "Há uma colaboração judicial que está ocorrendo e na Suíça existe uma separação de poderes", indicou.
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