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Anticor - Anticorrupção na França
Galeria Edemar Cid Ferreira
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postheadericon Itália nega extradição e manda soltar Pizzolato

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A Justiça da Itália rejeitou nesta terça-feira, 28, o pedido do governo brasileiro para extraditar o ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado por envolvimento no mensalão e atualmente preso em Modena. O brasileiro poderá deixar a prisão ainda nesta terça-feira, 28. A Corte de Apelação de Bolonha julgou o pedido feito pelo governo brasileiro e decidiu que, diante da situação das prisões no Brasil, de sua condição de saúde e por ter cidadania italiana ele não pode ser devolvido ao Brasil para que cumpra pena no País. O Brasil vai recorrer da decisão, o que significa que o caso se arrastará por 2015, em uma Corte em Roma. Mas, enquanto isso, Pizzolato vai aguardar uma decisão em liberdade. Ainda nesta terça, ele será levado de Bolonha de volta para Modena e liberado. Num púlpito entre a bandeira da Itália e da União Europeia e debaixo da frase estampada na parede do tribunal "A Lei é igual para todos", Pizzolato parecia envelhecido e cansado diante dos ornamentos da sala imponente do prédio do Judiciário. Para o julgamento, a corte reservou sua principal sala. A audiência durou mais de cinco horas.

postheadericon Portal inédito identifica riscos de corrupção de fornecedores e prestadores de serviço

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A necessidade das empresas adotarem programas de compliance efetivos vem ganhando cada vez mais relevância com a vigência da nova lei anticorrupção brasileira (12.846/2013), que responsabiliza objetivamente as empresas, nos âmbitos administrativo e civil, pelos atos de corrupção praticados por terceiros em seu interesse ou benefício. Não são poucos os casos em que grandes empresas tiveram sua reputação e imagem colocadas em risco por atos ilícitos praticados em seu nome por terceiros. Ainda assim, muitas delas não estão devidamente preparadas para fazer o monitoramento dos prestadores de serviços, representantes, parceiros de negócios, fornecedores e consultores, de acordo com as exigências da nova lei. Pesquisa realizada pela ICTS, empresa de consultoria, auditoria e serviços em gestão de riscos, sobre a maturidade dos sistemas de prevenção à corrupção nas empresas brasileiras corrobora esta percepção: 75% das pesquisadas não tinham um processo implantado de due diligence de terceiros.

postheadericon Em depoimento, doleiro envolve Dilma e Lula em esquema na Petrobras

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O ex-presidente Lula e a atual presidente Dilma Rousseff tinham pleno conhecimento do esquema de corrupção que pode ter roubado R$ 10 bilhões dos cofres da Petrobras, segundo revelou o caixa do esquema, megadoleiro Alberto Youssef, em depoimento à Polícia Federal e o Ministério Público Federal. A revelação está na edição da revista Veja que circulou a partir da sexta-feira, 24 de outubro. Segundo Veja, na última terça-feira, o doleiro Alberto Youssef entrou na sala de interrogatórios da Polícia Federal em Curitiba para prestar mais um depoimento em seu processo de delação premiada. Como faz desde o dia 29 de setembro, sentou-se ao lado de seu advogado, pôs os braços sobre a mesa, olhou para a câmera posicionada à sua frente e se colocou à disposição das autoridades para contar tudo o que fez, viu e ouviu enquanto comandou um esquema de lavagem de dinheiro suspeito de movimentar 10 bilhões de reais. A temporada na cadeia produziu mudanças profundas em Youssef.

postheadericon MP pede investigação sobre pagamento extra da Petrobras por gás boliviano

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O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) pediu à Corte a abertura de uma auditoria para apurar eventual dano ao erário no pagamento à Bolívia, pela Petrobras, de US$ 434 milhões extras pelo fornecimento de gás ao Brasil. O repasse à estatal boliviana YPFP foi feito em setembro, a título de "indenizar" o país vizinho, de maneira retroativa, por componentes nobres que vêm misturados ao produto. O pagamento, correspondente ao período 2008-2013, é uma reivindicação antiga do presidente Evo Morales. Em 2007, durante a crise do gás, Morales pediu ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva que a Petrobras passasse a contemplar a Bolívia com um adicional pelo "gás rico", o que não está previsto no contrato original, de 1996. O acordo foi aprovado em agosto pela Petrobras, pressionada pela necessidade de mais suprimentos de gás boliviano para as termelétricas, com a baixa dos reservatórios das hidrelétricas País afora.

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