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Anticor - Anticorrupção na França
Galeria Edemar Cid Ferreira
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postheadericon Escândalo do Banco Econômico

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O Banco Econômico foi uma das instituições financeiras que quebraram após a implantação do Plano Real, em 1994. Apesar de receber ajuda do governo através do Programa de Estímulo à Reestruturação e do Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional (Proer), acabou sofrendo intervenção em 1995 e entrou em liquidação judicial em 1996. Os técnicos do BC sustentaram ter encontrado indícios de maquiagem no balanço contábil do Econômico, assim como desvio de recursos da instituição para outras empresas dos controladores. O mesmo banco de Ângelo Calmon de Sá (à esq.) foi envolvido em outro escândalo, abafado pela ditadura militar (1964 a 1985), que envolvia cheques administrativos sem cobertura, popularmente chamados de sem fundo. Calmon de Sá foi ministro da Indústria e Comércio no governo do general-presidente Ernesto Geisel.

postheadericon Escândalo da Mandioca

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Foi uma fraude para crédito agrícola que envolveu Banco do Brasil e Proagro. O golpe aconteceu numa cidadezinha de Pernambuco, Floresta, entre 1979 e 1981, durante a ditadura militar, no governo do general João Figueiredo: foram desviados 1,5 bilhões de cruzeiros (cerca de R$ 20 milhões) do BB. A fraude comandada pelo gerente do banco, envolvia comerciantes, pequenos e grandes agricultores, políticos, um ex-major da polícia e funcionários públicos. O mecanismo era o seguinte: os envolvidos obtinham documentos falsos, com cadastros frios, propriedades inexistentes e agricultores fantasmas, para solicitar crédito agrícola no BB para o plantio de mandioca, feijão, cebola, melão e melancia.

postheadericon Caso Edmundo Pinto

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Governador do Acre foi assassinado em SP, dois dias antes de depor em CPI que investigava a obra com recursos do FGTS, suspeita de malversação de recursos públicos. Na madrugada de 18 de maio de 1992, o jovem governador do Acre, Edmundo Pinto (PDS) (à esq.), 38 anos, foi assassinado com dois tiros no hotel Della Volpe em São Paulo. Foram roubados quase Cr$ 600 mil cruzeiros (antiga moeda) do governador e US$ 1.500 de um hóspede norte-americano John Franklin Jones. Apesar da polícia paulistana ter terminado o inquérito, que foi considerado um simples latrocínio, os acreanos, partidários de Edmundo Pinto, consideram, até hoje, que sua morte foi um assassinato político porque ele contaria à CPI dados sobre corrupção.

postheadericon Escândalo ACM, TV Globo e NEC

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O jornalista João Carlos Teixeira Gomes, autor da biografia não autorizada de ACM, "Memórias das Trevas", disse que a carreira política de Antônio Carlos Magalhães deslanchou no regime militar devido ao apoio político dado ao general Castelo Branco - o primeiro militar a governar o país, após o golpe de 1964. O seu perfil descrito no livro é de um político autoritário, violento, despótico, um verdadeiro tirano que fez juz ao famoso apelido: Toninho Malvadeza. Perseguiu jornalistas e adversários, foi acusado de corrupção, de envolvimento com empreiteiras, de enriquecimento rápido e de escândalo das trocas de favores com Roberto Marinho, da TV Globo.

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