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Anticor - Anticorrupção na França
Galeria Edemar Cid Ferreira
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postheadericon Escândalo dos cartões corporativos

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O escândalo dos cartões corporativos é uma crise política no governo do Brasil iniciada em fevereiro de 2008 após denúncias sobre gastos irregulares no uso de cartões corporativos. Os cartões foram instituídos em 2001, e entraram em funcionamento no ano seguinte com objetivo de dar maior transparência e rapidez em gastos emergenciais. O problema dos cartões corporativos é estrutural, pois o sistema que deveria ser usado para despesas pequenas e urgentes, passou a ser usado para dispensar licitações e dar mimos aos governistas. Dos 150 cartões corporativos, o Portal Transparência, site oficial do Governo Federal, só divulgou os dados de 68.

postheadericon Escândalo no Ministério da Cultura (Ecad/Ana de Hollanda)

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A crise no Ministério da Cultura (MinC), no início do governo de Dilma Rousseff, expôs a ministra Ana de Hollanda e fraudes relacionadas ao direito autoral. Um pedido de CPI assinado por aliados do próprio governo e um abaixo-assinado de movimentos culturais contra a atuação da ministra e seus auxiliares esquentaram o caso. O problema deveu-se em parte a ambiguidade no tratamento da questão do direito autoral pela ministra Ana de Hollanda (e-mails divulgados pelo jornal O Globo sugeriam que dirigentes do Ecad pareciam manter canal direto com a ministra), que levou ao desmonte da área de Direitos Intelectuais do MinC; a intransigência quando a ministra trata da questão das novas tecnologias; e até atos de desautorização de posições defendidas por seus auxiliares de confiança, como o secretário executivo Vitor Ortiz.

postheadericon Caso do aumento de patrimônio de Antônio Palocci

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Sob uma saraivada de denúncias que começaram a ser publicadas na edição de 15/05/2011 pelo jornal Folha de S.Paulo, Antônio Palocci não conseguiu resistir: entregou sua carta de demissão do cargo de ministro-chefe da Casa Civil no 24°dia (07/06) da crise que se instalou o governo de Dilma Rousseff. A pá de cal: a revistaVeja (edição 2220, 08/06) revelou que o ministro mora em um apartamento alugado e avaliado em R$ 4 milhões no bairro de Moema, zona Sul de São Paulo, ao lado do Parque do Ibirapuera. Os proprietários do imóvel, no entanto, seriam laranjas, segundo a revista. Dilma Rousseff aceitou a carta de demissão e a senadora Gleisi Hoffmann (PT/PR) assumiu a Casa Civil no dia seguinte.

postheadericon Mensalão do DEM

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A exibição de vídeos, nos quais deputados distritais e funcionários do governo do Distrito Federal aparecem recebendo dinheiro, escondendo dinheiro em malas e peças de roupa, fazendo orações e combinando como legalizar dinheiro não declarado, tornou público o suposto esquema de pagamento de propina durante a gestão do então governador José Roberto Arruda (à esq.). Revelado pela Operação Caixa de Pandora, da PF, em novembro de 2009, o plano ficou conhecido como “Mensalão do DEM” e Arruda foi acusado pelo Ministério Público de ser o comandante desse esquema de pagamento de mesadas a políticos aliados e de captação de propina com empresas fornecedoras do governo local. O governo do Distrito Federal teria abastecido entre 2007 e 2009, sem licitação, com pelo menos R$ 14,4 milhões, uma produtora de televisão que fez programas para o diretório do DEM em Brasília e cuidou da campanha do governador José Roberto Arruda em 2006.

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