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Anticor - Anticorrupção na França
Galeria Edemar Cid Ferreira
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postheadericon Conheça a seleção do doleiro Youssef

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O doleiro Alberto Youssef construiu em torno de si uma rede gigantesca de contatos que o coloca em dez processos do Ministério Público Federal (MPF) e sob investigação na Operação Lava-Jato da Polícia Federal, que precisou ser dividida em duas etapas e 42 réus. A operação cumpriu 105 mandados de busca e apreensão, 19 de prisão, 12 de prisão temporária, 27 conduções coercitivas e o confisco de três hotéis, seis residências de alto padrão, 25 veículos com valores estimados em mais de R$ 100 mil e R$ 6 milhões em espécie até o meio de abril deste ano. Youssef é suspeito de ter operado um esquema de lavagem de R$ 10 bilhões. Parte dos processos contra Youssef está na Justiça Federal do Paraná e outra parte no Supremo Tribunal Federal (STF) porque, além de se envolver com máfias europeias e traficantes, o doleiro, segundo investigações da Polícia Federal (PF), se envolveu também com parlamentares. A amizade de Youssef com o deputado André Vargas (sem partido, PR) , por exemplo, foi suficiente para arrancá-lo do PT e derrubá-lo da vice-presidência da Câmara. Ele e o deputado Luiz Argôlo (SDD) devem responder nos próximos dias pelo processo de quebra de decoro que pode culminar com a cassação de seus mandatos. No fim de maio, o ministro do STF Teori Zavascki chegou a determinar a soltura do doleiro, mas recuou após alerta do MPF para o risco dele fugir para o exterior.

postheadericon Denúncia envolve venda da Petrobrás na Argentina

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Cristóbal López, empresário com fortes vínculos com o governo da presidente Cristina Kirchner, teria financiado a compra de ativos da Petrobrás Argentina em 2011 por intermédio do pagamento atrasado de impostos. A denúncia foi feita pelo jornal portenho La Nación, indicando que López teria feito a compra de outras empresas pelo mesmo mecanismo de atrasos tributários à Administração Federal de Ingressos Públicos (Afip), a receita federal argentina.


Naquele ano, além dos ativos, a Petrobrás vendeu à Oil Combustibles - a empresa de López - o petróleo existente na refinaria e seus diversos produtos. No total, a operação envolveu US$ 110 milhões, dos quais US$ 66 milhões teriam sido financiados com o atraso de impostos. Na ocasião, a Petrobrás entregou os postos e a refinaria com as contas fiscais em ordem. No entanto, a dívida tributária começou a subir após a compra.Em 2011, López adquiriu 345 postos de gasolina da Petrobrás na Argentina, além de uma refinaria, a San Lorenzo, especializada na produção de asfalto. Na época, o colunista político Carlos Pagni ressaltou que, coincidentemente, o asfalto é elemento importante nas obras públicas das quais López participa. Segundo a oposição, o empresário é favorecido pelo governo Kirchner nas licitações.

postheadericon O caso da propina de empresa holandesa

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Em agosto de 2009, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva comandou um evento em Brasília para divulgar o início da exploração do petróleo na camada do pré-sal. Em discurso, Lula afirmou que a descoberta do óleo era como um “novo descobrimento do Brasil”, já que traria “riqueza e autossuficiência energética”. Ao final da fala, porém, fez um alerta: “Pré-sal é dádiva de Deus, mas pode virar maldição”. Foi como uma premonição. A Petrobras só colheu más notícias depois que passou a prospectar petróleo a 8 000 metros de profundidade. A empresa comprometeu suas receitas mantendo artificialmente o preço da gasolina, vem atrasando pagamentos a fornecedores, acumula 7,3 bilhões de reais em dívidas fiscais e precisa gastar 16,5 bilhões de dólares por ano com importação de combustível, dado que a prometida autossuficiência não saiu do papel. Não bastassem tantos problemas econômicos, a maior empresa brasileira foi envolvida na investigação de um esquema de corrupção que teria movimentado mais de 250 milhões de dólares em pagamento de propina. Em 10 de abril de 2012, a empresa holandesa SBM Offshore, a maior fabricante de plataformas marítimas de exploração de petróleo do mundo, iniciou uma investigação interna para apurar denúncias de que funcionários de suas subsidiárias pelo mundo corrompiam autoridades para conseguir contratos com governos e empresas privadas, entre 2007 e 2011.

postheadericon Patrocínio a restauração causa prejuízo de R$ 4,2 milhões

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Segundo a CGU, isso contraria os relatórios da Petrobras, que contabilizam a realização de 100% das obras orçadas, enquanto a controladoria detectou, por amostragem, que 26% dos serviços previstos não foram executados. Os repasses foram feitos entre 2005 e 2009, época da gestão do ex-presidente José Sérgio Gabrielli. O patrocínio cultural teve contratos assinados por Wilson Santarosa, gerente de comunicação da Petrobras. Via patrocínio cultural, a Petrobras destinou R$ 7,6 milhões à ONG Grupo Ecológico Humanista Papamel, que subcontratou a recém-criada Patrimoni, para a qual repassou a maior parte dos recursos. Nem a Papamel nem a Patrimoni tinham experiência em restauração, diz a CGU: "Pela data de abertura da empresa Patrimoni já se percebe que ela foi deliberadamente constituída para executar as obras de restauro do convento franciscano e da igreja de Santo Antônio de Cairu" (foto).

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