Get Adobe Flash player
Anticor - Anticorrupção na França
Galeria Edemar Cid Ferreira
Home Operações da PF Operação Ararath: PF prende governador de Mato Grosso, que paga fiança e é liberado

postheadericon Operação Ararath: PF prende governador de Mato Grosso, que paga fiança e é liberado

AddThis Social Bookmark Button

Brasília e Cuiabá – Agentes da Polícia Federal prenderam na terça-feira, 20 de maio, o governador do Mato Grosso, Silval Barbosa (PMDB) (na foto, falando ao celular), na quinta fase da operação Ararath. Durante as buscas na residência de Silval, foi encontrada uma arma com registro vencido, o que levou a Polícia Federal a lavrar o auto de prisão contra o governador. 

O governador entrou por volta do meio dia na sede da na sede da Polícia Federal em Mato Grosso, acompanhado dos advogados, Ulisses Rabaneda e Válber Melo, e foi liberado por volta das 17 horas, após pagar fiança – por se tratar de um crime de menor poder ofensivo. Segundo a secretaria de comunicação do estado, o governador “compareceu espontaneamente”. A assessoria da PF informou que foram realizadas buscas nas residências do governador e do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado o ex-deputado Sérgio Ricardo. A Polícia Federal também prendeu um deputado e um secretário estadual.
O deputado estadual José Riva (PP) chegou a sede da PF escoltado por seis veículos por volta de meio dia, em carro descaracterizado. Riva responde a 103 ações na Justiça, nas áreas cíveis e criminais, e está afastado da presidência da Assembleia Legislativa por decisão do Tribunal de Justiça do estado. O expediente da Assembleia Legislativa do Mato Grosso foi suspenso. Também foi preso o ex-secretário de estado de Fazenda, Eder de Moraes, que atualmente preside o Mixto Esporte Clube. Ele também é ex-secretário da Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa) do então governador e hoje senador Blairo Maggi.


A PF ainda cumprir dezenas de mandados de busca e apreensão e prisões ainda nesta terça, ainda no âmbito da Operação Ararath.

Iniciada em novembro, a operação apurou que o grupo possuía uma “intensa e vultosa” movimentação financeira, por intermédio de recursos de terceiros e empréstimos, com atuação análoga a de uma instituição financeira.

Empresas de fachada e de factoring eram usadas. Mais de R$ 126 milhões em cheques e notas promissórias foram apreendidos na fase anterior deflagrada em fevereiro.

Nesta terça-feira, a PF desencadeou a Operação Ararath, que investiga um esquema de crimes financeiros e lavagem de dinheiro por meio de ‘factorings’ de fachada, empresas negociadoras de créditos. Foram realizadas duas prisões.

Ao longo do dia, a PF deve cumprir, por todo o dia, dezenas de mandado de busca e apreensão determinados pelo ministro José Antonio Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF). Além do governo e da Assembleia Legislativa, a Polícia Federal fez apreensão de documentos e computadores no gabinete do prefeito Mauro Mendes (PF).


Adicionar comentário


Código de segurança
Atualizar